Pudemos perceber no desenrolar da brincadeira “Acorda Senhor Urso”, um grande envolvimento da turma, onde todas participaram e mostraram interesse por estar brincando.
Essa brincadeira é uma releitura do pega-pega, uma brincadeira bastante simples e que não exige muitos materiais. Segundo Kishimoto:
Na brincadeira “Acorda Senhor Urso” foi criando todo um cenário, personagens e funções que compõem um imaginário para o universo infantil, desenvolvendo questões como o movimento, a cooperação, agilidade, atenção, estratégias e interações. Apesar da simplicidade da brincadeira, acreditamos que foi positivo estipular as regras antes de começarmos a brincar, deixando claro que as mesmas podem variar conforme escolha e necessidade do grupo envolvido na brincadeira.
Gostaríamos de destacar o fato de haver uma rotatividade natural durante a brincadeira, os ursos pegam, os participantes correm, os ursos pegam enquanto salvamos e assim por diante. Não ficamos presas a uma situação apenas, tendo que criar estratégias para conseguirmos atingir nossos objetivos em todas as nossas ações, a atenção nunca cairá em uma pessoa apenas, dando liberdade às crianças para se soltarem e interagirem na brincadeira espontaneamente.
Como bem colocado pela dupla, a brincadeira não tem uma faixa etária definida, podendo ser desenvolvida com crianças da educação infantil e das séries iniciais, isso é bastante positivo para o professor que terá nessa brincadeira várias possibilidades para poder adaptar de acordo com as necessidades e objetivos que pretende desenvolver com a turma.
Entendemos que as brincadeiras são um meio para estimular as potencialidades presentes nas crianças, uma vez que é na brincadeira que a criança interage com o cotidiano, através dos vários papeis por ela assumidos, trabalhando assim suas emoções e ampliando seus conhecimentos infantis (RNCEI, 1998).
Segundo Vygotsky (1991), a brincadeira é uma forma de ação bastante importante para o convívio social e a atividade construtiva da criança, por isso a intervenção do professor na brincadeira deve ser de forma a ajudar as crianças a descobrirem o que está por trás do jogo.
Como sugestão fica a caracterização do “Sr. Urso” usando máscaras, babeiros, fitas amarradas no braço ou outras, tornando dessa maneira mais fácil para a criança identificar o urso pegador no momento da brincadeira.
Referência Bibliográfica
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil / Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. — Brasília: MEC/SEF, 1998.
KISHIMOTO, TIZUKO. O Jogo e a Educação Infantil. In: KISHIMOTO, T. Jogo, brinquedo, brincadeira e educação, 1996.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de (org.). Educação infantil: muitos olhares. São Paulo:Cortez, 1994.
VYGOTSKY, Lev Semenovich. O papel do brinquedo no desenvolvimento. IN: _____. A formação social da mente. São Paulo:Martins Fontes, 1991, pp. 105-118.
Essa brincadeira é uma releitura do pega-pega, uma brincadeira bastante simples e que não exige muitos materiais. Segundo Kishimoto:
Muitas brincadeiras preservam sua estrutura inicial, outras se modificam, recebendo novo conteúdo, porém enquanto manifestação livre e espontânea da cultura popular, a brincadeira tem a função de perpetuar a cultura infantil, de desenvolver formas de convivência social e permitir o prazer de brincar. (KISHIMOTO, 1996, p. 38)
Na brincadeira “Acorda Senhor Urso” foi criando todo um cenário, personagens e funções que compõem um imaginário para o universo infantil, desenvolvendo questões como o movimento, a cooperação, agilidade, atenção, estratégias e interações. Apesar da simplicidade da brincadeira, acreditamos que foi positivo estipular as regras antes de começarmos a brincar, deixando claro que as mesmas podem variar conforme escolha e necessidade do grupo envolvido na brincadeira.
Gostaríamos de destacar o fato de haver uma rotatividade natural durante a brincadeira, os ursos pegam, os participantes correm, os ursos pegam enquanto salvamos e assim por diante. Não ficamos presas a uma situação apenas, tendo que criar estratégias para conseguirmos atingir nossos objetivos em todas as nossas ações, a atenção nunca cairá em uma pessoa apenas, dando liberdade às crianças para se soltarem e interagirem na brincadeira espontaneamente.
Como bem colocado pela dupla, a brincadeira não tem uma faixa etária definida, podendo ser desenvolvida com crianças da educação infantil e das séries iniciais, isso é bastante positivo para o professor que terá nessa brincadeira várias possibilidades para poder adaptar de acordo com as necessidades e objetivos que pretende desenvolver com a turma.
Entendemos que as brincadeiras são um meio para estimular as potencialidades presentes nas crianças, uma vez que é na brincadeira que a criança interage com o cotidiano, através dos vários papeis por ela assumidos, trabalhando assim suas emoções e ampliando seus conhecimentos infantis (RNCEI, 1998).
Segundo Vygotsky (1991), a brincadeira é uma forma de ação bastante importante para o convívio social e a atividade construtiva da criança, por isso a intervenção do professor na brincadeira deve ser de forma a ajudar as crianças a descobrirem o que está por trás do jogo.
Como sugestão fica a caracterização do “Sr. Urso” usando máscaras, babeiros, fitas amarradas no braço ou outras, tornando dessa maneira mais fácil para a criança identificar o urso pegador no momento da brincadeira.
Referência Bibliográfica
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil / Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. — Brasília: MEC/SEF, 1998.
KISHIMOTO, TIZUKO. O Jogo e a Educação Infantil. In: KISHIMOTO, T. Jogo, brinquedo, brincadeira e educação, 1996.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de (org.). Educação infantil: muitos olhares. São Paulo:Cortez, 1994.
VYGOTSKY, Lev Semenovich. O papel do brinquedo no desenvolvimento. IN: _____. A formação social da mente. São Paulo:Martins Fontes, 1991, pp. 105-118.
Por: Fernanda Silva e Regiane Espindola